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Políticos e sociedade.

Quando se diz em importar médicos boa parte dos brasileiros, hipócritas na minha opinião, fala em importar políticos, uma vez que, os nossos políticos são corruptos, só estão la para ganhar dinheiro e nada fazem para com a nossa sociedade; de fato a maioria não faz nada mesmo, mas como eu já mencionei aqui no blog a política é o espelho da nossa sociedade e se ela esta desta maneira é porque os eleitores são tão podres quanto os políticos, afinal de contas eles não se elegem sozinhos. Quanto mais as pessoas tentam se afastar da política partidária, mais idiotas e hipócritas elas ficam, porque é curioso pensar que milhares de eleitores que  recusam a política partidária e os mesmos reclamam da corrupção, ora, se não votarem consciente e não participarem ativamente da política não precisam esperar um resultado satisfatório dela.

 Em suma:


ANO QUE VEM QUERO ELEITORES PADRÃO FIFA !!
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Resumo e analise do livro: O cortiço - Aluízio Azevedo.

Boa tarde manolos, é com muita revolta que hoje faço uma pequena análise e resumo do livro O cortiço, isto
por que o livro é um lixo, salvo as críticas, mas em suma, é um péssimo livro.

A obra é narrada em terceira pessoa, com narrador onisciente - aquele que tem conhecimento de tudo - o narrador entra na mente dos personagens e faz julgamentos. O tempo ocorre de maneira linear, a história se desenrola no Brasil do século XIX, não a prescrição de datas. A história se passa no bairro do Botafogo, no Rio de Janeiro, onde há dois espaços explorados: O cortiço, onde há uma mistura de raças, presença das classes baixas, e o sobrado de Miranda, que simboliza a burguesia, o que até hoje não é difícil de se encontrar um condomínio luxoso, ou um hotel, ao lado de uma favela.

 Personagens: 

João Romão: Um português miserável, ganancioso, baixo, cabelos à escovinha, barba sempre por fazer, avarento e oportunista, invejava Miranda, amigado com Bertoleza.

Miranda: Comerciante, português, invejava João Romão, odiava sua mulher (Dona Estela), forte para desejar e fraco para resistir aos desejos.

Bertoleza: Negra, escrava, trabalhadeira, batalhadora, amigada com João Romão.

Rita Baiana: Mulata baiana, provocante, sensual, bonita, festeira, farto cabelo crespo e reluzente, respirava o asseio das mulheres brasileiras, irrequieta, quadril rijido, dentes claros e brilhante, amada por todos.

Firmo: Amande da Rita Baiana, mulato bonachão, delgado de corpo e ágil como um cabrito, burro de marca, pernóstico, só de maçadas e todo ele se quebrando nos seus movimentos de capoeira. Teria seus trinta e tantos anos, mas forte, não tinha músculos, tinha nervos, tinha um bigodinho crespo, petulante, grande cabeleira encaracolada, negra, dividida ao meio da cabeça, escondendo parte da testa e estufando em grande desalinho por debaixo da aba do chapéu de palha, que ele punha de banda, derreado sobre a orelha esquerda.

Jerônimo: Português trabalhador, forte, alto, honesto, idade de trinta e cinco a quarenta anos, espadaúdo, barba ásperas, cabelos pretos e maltratados.

Piedade: Portuguesa dedicada ao marido ( Jerônimo ), aproximadamente trinta anos, boa estatura, carne ampla e rija, cabelos fortes de um castanho amarelado, dentes pouco alvos, mas sólidos e perfeitos, cara cheia, fisionomia aberta, um todo de simplicidade toleirona, desabotoando-lhe pelos olhos e pela boca numa simpática expressão de honestidade simples e natural.

Pombinha: Pura, delicada, inteligente, íntegra, moça de família, bonita, nervosa, loura, muito pálida, abusada sexualmente por sua madrinha mudas suas condutas morais e acaba se tornando prostituta, descrita como a flor do cortiço.

Resumo:
 João Romão recebera do patrão, uma venda e mais um conto e quinhentos em dinheiro, dominado pelo delírio de enriquecer, João se autoflagela, dormia sobre o mesmo balcão que trabalhava, vendia os melhores legumes e comia os piores, pagava sua vizinha Bertoleza, uma escrava casada com um velho português, que viria mais tarde a morrer. João Romão demostra interesse por Bertoleza, que logo confiou-lhe tudo o que tinha juntado para pagar a sua liberdade e quando deram por fé, já estavam amigados. Aos poucos João foi ampliando seu terreno, construindo mais casinhas. João era o tipo de pessoa que deixava de pagar sempre que podia, mas nunca de receber, roubava nos pesos, enganava os fregueses... e foi assim que ele comprou uma parte da bela pedreira, donde colocara seis homens a quebrarem pedra e outros seis a fazerem paralelepipedo, e dentro de um ano e meio arrematava todo o espaço entre suas casinhas e a pedreira, Miranda que comprara a casa ao lado propõe negócio a Romão, mas o taverneiro recusa, causando um atrito entre ambos.
  Pombinha uma ilustre figura do cortiço, moça de família, escrevia cartas e lia o jornal a quem quisesse ouvir, tinha seu noivo João da Costa, moço de futuro e querido por todos, mas Dona Isabel não queria que o casamento fizesse já, visto que, a moça já beirava aos 18 anos e suas regras ainda não havia vindo. Sua madrinha Léonie, uma prostituta de casa aberta, tinha um imenso carinho pela afilhada. Certa vez, quando pombinha e sua mãe Dona Isabel, vão visitar Léonie, esta que se aproveita do cochilo que sua comadre tira para abusar sexualmente de sua afilhada... Pombinha vira moça e casa-se com João Costa, que no fim dos primeiro s dois anos de casada ja não suporta mais o marido, o abandona e acaba virando prostituta ...     
   Rita baiana, uma mulata festeira chega ao cortiço depois de uma ausencia de meses, ela mantinha um caso com Firmo, mas logo aparece Jeronimo um português de seus trinta e poucos anos, que fora contratado para trabalhar na pedreira de João Romão, Jeronizava mo vê Rita baiana dançar em uma roda se samba... Firmo se sente ameaçado e resolve partir para cima de Jeronimo, que fica gravemente ferido por uma navalha ... Quando se recupera Jeronimo decide amara uma emboscada a Firmo, matando-o a pauladas... Jeronimo e Rita vão se embora do cortiço... Uma transformação lenta e profunda ocorre nele, gastava mais do que guardava, sua energia acabava lentamente, assim, pouco a pouco, Jeronimo abrasileirou-se...
   Miranda, um comerciante que veio para o Brasil com a intenção de fazer-se senhor dele, mas acaba virando escravo de Estela - sua esposa- uma brasileira mal educada e sem escrúpulos de virtude, o pobre coitado nem sequer gozava o prazer de ser pai... Henrrique tinha quinze anos quando chegara a casa de Miranda, filho de um rico fazendeiro, se preparava para entrar na faculdade de medicina, a mulher de Miranda tinha por este garoto uma feição sem limites: dava-lhe toda a liberdade, dinheiro, levava-o a passeios, e muitas vezes chegava a fazer ciúmes na filha de apegada que era ao rapaz... Certo dia, o velho Botelho - advogado da família - descobre Estela  entalada entre o muro com Henrrique... Miranda vendo que os negocios de João Romão prosperavam, resolve "oferecer" a mão de sua filha a João, este que invejava Miranda por seu titulo de Barão... Mas tinha um unico problema, Bertoleza, a escrava com quem era amigado, para se casar com Zumira, João precisava se livrar de Bertoleza, então ele decide procurar o dono da escrava para que assim pudesse se livrar dela, mas quando seu dono vai buscá-la, a velha Bertoleza se recusa a voltar a escravidão e para fugir deste triste destino, a escrava rasga a sua barriga com uma faca, morrendo ali, na frente dos guardas e de João... João recebe um titulo de abolicionista,  casa-se com Zumira...


Análise: 
O cortiço faz uma crítica ao capitalismo selvagem, donde, o personagem João Romão, mantém um cortiço - São Romão - uma taverna e uma pedreira, enquanto seus inquilinos e empregados, se mantém em condições deploráveis, vale lembrar o fato do quão explorados são os empregados de João Romão. Mostra a inferioridade dos brasileiros em relação aos portugueses, isto é, a visão que os portugueses tinham ou tem dos brasileiros, pessoas inferiores, cheias de vicios, como exemplo temos Estela, mulher de Miranda que tinha o defeito da traição - mas só por que ela era brasileira .

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A filosofia de Tyler Durden - Fight Club ( club da luta )

  • Somos uma geração sem peso na história, sem propósito ou lugar. Não tivemos uma guerra mundial,
    não temos uma grande depressão. Nossa guerra é espiritual, nossa depressão são nossas vidas;
  • Fomos criados através da TV para acreditar que um dia seriamos milionários e estrelas de cinema. Mas não nos tornamos isso, estamos muito, muito putos e, aos poucos, tomamos consciência;
  • Somos uma geração de homens criados pelas mulheres. Eu me pergunto se outra mulher é a resposta que precisamos;
  • Tenho pena desses caras trancados no ginásio, tentando ficar do jeito estipulado por Calvin Klein ou Tommy Hilfilger;
  • A propaganda fez com que as pessoas buscassem carros e roupas que não precisam. Gerações trabalhando em empregos que odeiam, apenas para que possam comprar coisas que não precisam;

  • A camisinha é o sapatinho de cristal da nossa geração. Você veste quando conhece um estranho, dança a noite toda e depois joga fora;
  • Seu emprego não é o que você é, nem o quanto ganha ou quanto dinheiro tem no banco. Nem o carro que dirige, nem o que tem dentro da sua carteira. Você é uma merda ambulante do mundo;

  • Não queira ser completo, nada de querer ser perfeito. Pare de tentar controlar tudo e deixe o barco correr;
  • Somos escravos do colarinho branco, trabalhamos em empregos que não gostamos para comprar coisas que não precisamos.
  • Considere a possibilidade de que Deus não goste de você, nunca lhe quis e, provavelmente, te odeia;

  • As coisas que você possui acabam possuindo você. Você só é livre pra fazer o que realmente quer depois que perder tudo.
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O Apocalipse climático.


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Prevençaõ contra o uso de Drogas, álcool e fumo.


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A privacidade em extinção.

 
Pobre do Paparazzo, já pode se aposentar, agora com o Twitter, Facebook, o próprio artista pública sua vida pessoal para todos. O exibicionismo das pessoas perante as redes sociais é tão grande, digo, comum, que há quem acredite que essas foram criadas apenas para um "bisbilhotar" a vida do outro. O fato mais curioso é que, fora das redes sociais, as pessoas se mostram "misteriosas", ou seja, não fala de tudo para todos.

     O termo Rede Social poderia ser substituído por Rede Pessoal, visto que,a sociedade a utiliza para falar de sua vida pessoal - acontecimentos ocorridos no dia a dia -. A falsa segurança que o computador - tablet, celular e etc. - junto com a internet, - capacidade de criar diversas identidades - faz com que o ser humano se exponha desta maneira; deste modo, vindo a confundir o termo "Rede Social" com "Rede Pessoal".

    "O ser humano em seu horário de laser, deveria bons ler livros, ouvir boa música, ir ao teatro, tornando-se uma pessoa mais culta, engajada politicamente, mas ao invés disso, chega em casa, liga a TV, em uma tentativa de esquecer todos os seus problemas" ( THEODOR, Adorno), a nossa sociedade deveria ser mais crítica, não se acomodando a toda e qualquer tecnologia que surge, mas sabendo usá-la ao seu favor; isso tudo pode se modificar através da educação. Em tempos de tecnologia, que tem privacidade é rei.
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Resumo e análise do livro: Capitães da areia - Jorge Amado.

     Publicado em 1937, retrata um situação real. O descaso social com meninos com de rua é o assunto principal do romance. Em todos os capítulos esse abandono, seja por meio  da reflexão dos garotos ou da dos adultos que estão ao seu lado, seja pelos comentários do narrador.

Personagens: A obra não possui um personagem principal. O mais apropriado seria apontar o conjunto do bando. Isso por que as ações não giram entorno de um ou de outro personagem, mas ao redor de todos. Pedro Bala, o líder do bando, não é mais importante para o enrendo do que o Sem - pernas ou o Gato. Por isso a ideia de que o protagonista é o elemento coletivo, e cada membro do grupo funciona como uma parte da personalidade, uma faceta desse organismo maior.

Pedro Bala – líder dos Capitães da Areia, tem o cabelo loiro e uma cicatriz de navalha no rosto, fruto da luta em que venceu o antigo comandante do bando. Seu pai, conhecido como Loiro, era estivador e liderara uma greve no porto, onde foi assassinado por policiais.

PROFESSOR– intelectual do grupo, deu início às leituras depois de um assalto em que roubara alguns livros. Além de entreter os garotos, narrando as aventuras que lê, o Professor ajuda decisivamente Pedro Bala, aconselhando- o no planejamento dos assaltos.

GATO – é o galã dos Capitães da Areia. Bem-vestido, domina a arte da jogatina, trapaceando, com seu baralho marcado, todos os que se aventuram numa partida contra ele. Além dos furtos e do jogo, Gato consegue dinheiro como cafetão de uma prostituta chamada Dalva.

  SEM-PERNAS
– deficiente físico, possui uma perna coxa. Preso e humilhado por policiais bêbados, que o obrigaram a correr em volta de uma mesa na delegacia até cair extenuado, Sem-Pernas conserva as marcas psicológicas desse episódio, que provocou nele um ódio irrefreável contra tudo e todos, incluindo os próprios integrantes do bando.

BOA-VIDA – o apelido traduz seu caráter indolente e sossegado. Contenta-se com pequenos furtos, o suficiente para contribuir para o bem-estar do grupo, e com algumas mulheres que não interessam mais ao Gato.

PIRULITO – era o mais cruel do bando, até que, tocado pelos ensinamentos do padre José Pedro, converte-se à religião. Executa, com os demais, os roubos necessários à sobrevivência, sem jamais deixar de praticar a oração e sua fé em Deus.

VOLTA SECA – admirador do cangaceiro Lampião, a quem chama de padrinho, sonha um dia participar de seu bando.

JOÃO GRANDE – é respeitado pelo grupo em virtude de sua coragem e da grande estatura. Ajuda e protege os novatos do bando contra atos tiranos praticados pelos mais velhos.

DORA – seus pais morreram, vítimas da varíola, quando tinha apenas 13 anos. É encontrada com seu irmão mais novo, Zé Fuinha, pelo Professor e por João Grande. Ao chegar ao trapiche abandonado, onde os garotos dormem, Dora quase é violentada, mas, tendo sido protegida por João Grande, o grupo a aceita, primeiro como a mãe de que todos careciam, depois como a valente mulher de Pedro Bala.

Dalva: que é a prostituta que tem um caso com Gato;
Don'Aninha: que é a macumbeira, que é uma espécie de mãe para os meninos do Trapiche;
Padre José Pedro: era uma espécie de defensor dos meninos, que através de suas mensagens tentava acalmar o coração dos garotos;
João-de-Adão: era o grevista, que ajudou Pedro Bala à saber o que seu pai foi no passado;
Querido-de-Deus – grande capoeirista da Bahia, respeita o grupo liderado por Pedro Bala e é respeitado por ele. Ensina sua arte para alguns deles e exerce grande influência sobre os garotos.
    Crítica literária 

O livro relata o desprezo das autoridades para com a pobreza, até a imprensa que deveria ser um órgão imparcial e transmissor de informações, posiciona-se mais para acusar, julgar os meninos do que para defendê-los como o Padre José Pedro e Don'Aninha, que mesmo com suas poucas condições ajudavam na forma do possível de compreendiam as necessidades das más atitudes dos meninos do Trapiche, pelo fato de não ter quem os amparassem. 
Tempo
O romance é narrado em terceira pessoa, por um narrador onisciente ( que sabe tudo o que ocorre ). Essa características narrativa possibilita que seja cumprida uma tarefa facilmente notada pelo  leitor: Mostra o outro lado dos Capitães da Areia.


 


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Capitalismo: O dono do Mundo.

 
 Não é curioso o fato de que o homem polui as águas, mas conjuntamente cria mecanismos para transformar a água do mar em água potável ? Mas o homem que polui seria o mesmo que procura uma possível solução ? Por que algum ser destruiria o seu próprio lar, o mesmo lar que lhe proporciona incontáveis momentos agradáveis ao lado de quem o ama ?
     É evidente que o homem tem potencial para salvar o Planeta, as espécies, enfim, salvar a si mesmo, mas o sistema o condena, pois ele emprega que o homem deve consumir, produzir, não importando quais as consequências, mas sim a margem de lucro que ele tirará dessa super exploração.
    O homem não é inimigo do Planeta, mas sim o modelo econômico deixado  por nossos antepassados. Que culpa tem o homem contemporâneo de ter nascido e sido criado em um sistema que prega a destruição. Tanto é desacertado este sistema, que primeiro faz o homem destruir e poluir, para inventar poluções incumbíveis apenas  para lucrar em cima daqueles ( países ) que estão em processo de desenvolvimento.  Evidência disto e os países desenvolvidos quererem reduzir a emissão de combustíveis fósseis, cujo 80% da matriz global depende disso.
    Portanto, o homem é estimulado pelo sistema a devastar o seu lar pelo capital, sem se importar com as futuras consequências, afinal de contas ele não viverá o suficiente para sofrer o fruto das suas ações.
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Resumo e Análise do livro: Vidas Secas - Graciliano Ramos.


     



          Um grupo de nordestinos, uma cadela e, no inicio, um papagaio, abem em retirada. Para a sobrevivência do grupo, é travada um luta incessante incluindo o sacrifício do papagaio e a mesquinha contribuição de Baleia ( cadela ) através da caça de uma preá, servindo para adiar a morte do grupo. Após tempo de caminhada, abrigaram-se em uma fazenda abandonada. Vêm as chuvas, Fabiano oferece seus préstimos de vaqueiro e continua na fazenda consciente de sua transitoriedade naquelas paragens, quer porque o patrão poderia expulsá-los a qualquer instante, quer pela seca, terror constante por ser um processo cíclico e real. Nesse intervalo, Baleia morre. Quase desamparados, partem em busca de novas terras quando chegam as secas, mas desta vez fugindo para a cidade grande, acalentados pela esperança de uma vida melhor.
       Dos elementos constitutivos de Vidas Secas podem ser destacados: a paisagem, a linguagem e o problema social, todos eles entrelaçados.
Segunda geração do modernismo ( 1930 - 1945 ).

    Publicado em 1938, Apresenta uma ruptura em relação aos romances anteriores por apresentar foco narrativo em terceira pessoa. A postura assumida em Vidas Secas volta-se para a análise de caracteristicas mais objetivas, com personagens não entregue a própria sorte, mas dirigidos, em seus destinos, pelas mãos do narrador. Desta forma, a revolta egoísta, cede lugar ao tratamento mais amplo, compaixão, compreensão e a simpatia.

  • Onisciência do narrador que é capaz de mostrar e friamente a miséria e a situação precária do mundo exterior.
  • Discurso indireto livre, que tem como vantagem permitir ao narrador revelar o interior dos personagens.
   O narrador passa ao leitor não só a paisagem inóspita e os desajustes sociais, como também o modo de ser, pensar e de sentir dos personagens. Cada um dos Treze capítulos constitui uma célula com ritmo próprio.
   A marcação do tempo não é cronológica, a poucas referências a tempo indeterminado, o mesmo ocorre ao espaço, apresentando na amplitude da catinga, em uma certa fazenda, perto de um povoado indeterminado. O capitulo inicial e final contem o mesmo assunto - a família que parte em retirada, - tem, para diferenciá-los, o tratamento espaço temporal. No primeiro - "Mudança" - no último - "fuga"- interessante como são sugestivos os vocabulários; fuga acrescenta ao significado de mudança o tom fatal imposto pelo fato de rumar ao encontro.
  Elementos humanos da família:
Fabiano: Homem rude, de pouco falar. Assusta-se com o desconhecido, é desconfiado e é manipulado pelos poderosos. Identifica-se com os bichos, o que denuncia a condição sub humana a que está confinado.
Sinhá Vitória: versão feminina de Fabiano. Seu sonho é ter uma cama de couro, igual a de Seu Tomás da bolandeira.
Os meninos:  referidos como "o menino mais novo" e "o menino mais velho", o texto deixa a entender que os meninos perpetuarão a um estilo de vida dos pais, num circulo vicioso.
Baleia:  A cadela personagem que mais se assemelha a um "ser humano" é solidária, atenciosa, amiga é o elemento que confere humanidade ao grupo.
Soldado-Amarelo: Símbolo do poder autoritário, que subjuga Fabiano e todos aquele que como ele vivem.
    A obra tem como elo dois aspectos: a miséria do mundo físico ( paisagem ) extensiva ao mundo intelectual ( linguagem ) dos retirantes, o segundo, decorrente da carência de linguagem, deixa transparecer a mundividencia de cada um deles...

                                               


                                               

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6 maneiras de aumentar seu QI.


VISTA UMA ROUPA DIFERENTE

A rotina acomoda nossos neurônios, que deixam de criar novas sinapses. É como se o cérebro funcionasse apenas no automático. Vestir alguma coisa que não está acostumado, por exemplo, obriga as células do cérebro a aumentar os dendritos - braços do neurônio por onde as informações são transmitidas. E, quanto mais caminhos, melhor.





APRENDA CHINÊS


É muito mais fácil aprender espanhol. Há um motivo para isso: quando a língua é similar à nossa, ela passa a compartilhar a mesma área cognitiva que já usamos. Para aprender chinês, é preciso ativar uma nova rede de células. É a mesma lógica de sair da rotina. Mas aqui, uma área específica do cérebro é ativada: a da linguagem.


TOME BANHO DE OLHOS FECHADOS

Assim você aumenta o número de ligações entre os neurônios, desenvolvendo a propriocepção - capacidade de reconhecer os membros em relação ao resto do corpo. Como efeito colateral, todos os seus sentidos ficam mais aguçados - visão, olfato, tato. Mas talvez você descubra que não gosta do cheiro do seu sabonete...




BEBA CAFÉ

Nem de mais, nem de menos. Quatro xícaras por dia são o suficiente. A cafeína bloqueia os receptores da adenosina, neurotransmissor que causa a sonolência. Com café nas veias, você aumenta a velocidade do processamento de informações e fica mais atento para concluir tarefas complexas, como uma prova de química.


DURMA 8 HORAS POR NOITE

O sono se divide em duas partes. A primeira dura cerca de 1h30 e regenera as células lesadas durante o dia, recuperando o organismo. Na segunda etapa, a memória é reorganizada. Em um adulto de hábitos normais ela dura entre 6 e 7 horas. Se você acordar antes disso, pode atrapalhar os processos de consciência.




OUÇA MOZART

A música do compositor austríaco estabiliza no cérebro as ondas alfa, que se associam à diminuição da tensão mental. É o chamado efeito Mozart. O som estimula áreas relacionadas à memória e exige uma atividade mental complexa, pois seus códigos são baseados em notas e em seqüências de tempo. Só que os efeitos da melhora têm vida curta: de 15 a 20 minutos.





fonte: Revista Superinteressante.